Soneto

Soneto
Autor desconhecido.

A Vida tem de bom a própria Vida
Que corre como o mar sobre os meus ombros
Que espanta como o vento os meus assombros
E é Deus quem me alimenta na corrida

A Vida tem de bom a sobrevida
Que existe em cada ponto da cidade
No instante em que a nossa humanidade
Esforça-se em achar uma saída

Por crer que existam outros horizontes
Além desse lugar e dessas pontes
Que elevam a tristeza adormecida

Seguimos esperando na esperança
Que a fé tudo renova, é uma criança:
A Vida tem de bom a própria Vida.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s